Mais uma vez, Brasil?


Paraguaios comemoram vitória na Copa América (Foto: Ricardo Matsukawa/Terra)

Desde o início da Era Mano, a seleção brasileira não fez nenhum jogo realmente convincente. Chegou, então, à Copa América, o primeiro campeonato disputado desde o vexame na Copa do Mundo de 2010, cercada de dúvidas. Um time cheio de proto-estrelas do futebol, eternas promessas, que pouco mostraram nas horas decisivas.

O drama não deixou a seleção em paz em momento algum. Em um grupo que outrora seria considerado fácil, a estreia com empate por 0 x 0 contra a Venezuela já deu o alerta à torcida brasileira. Ainda na fase de grupos, outro empate por 2 x 2 contra o (agora carrasco) Paraguai, salvo pelo gol de Fred nos últimos minutos.

A essa altura, foram várias as desculpas. A realidade é que foi um time que nunca jogou bem, nunca pode contar com a efetividade de Ganso, Neymar, Pato, Robinho… De nenhum, cada um a seu momento.

Contra o fraco time do Equador era vencer ou vencer. Pior, contra esse tradicionalíssimo adversário, estávamos todos com medo. E como culpar o torcedor?

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Rise and fall of Bruna Little Surfer


De antemão, peço desculpas por esse título. Ainda assim, é exatamente isso que Bruna Surfistinha mostra. O filme, baseado na autobiografia O Doce Veneno do Escorpião, delineia a vida e carreira da mais famosa garota de programa que o Brasil já conheceu.

Quer dizer, eu (pelo menos) nunca ouvi falar tanto de outra… Foi em meados de 2006 que Bruna alcançou fama nacional, graças à popularidade alcançada pelo seu blog. Neste blog, ela descrevia, sem inibições, suas experiências como prostituta. Na realidade, pode-se garantir que Bruna ficou famosa por publicar o que tantos gostariam de saber, sem ter pra quem (ou como) perguntar.

O filme inicia-se com os seus últimos momentos de vida familiar. Não se explica claramente como Raquel Pacheco se transforma em Bruna Surfistinha. Raquel foi adotada por uma família que tinha plenas condições de criá-la bem. Estudou em bons colégios particulares e sempre teve tudo de melhor a seu alcance. Aparentemente, nunca passou fome, foi abusada sexualmente ou coisa do tipo.

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A escusa acabou. E agora, Corinthians?


Ronaldo desolado depois do apito final (foto: Reuters)

Início de 2010. Era o ano do Centenário, engrandecido pelos próprios corinthianos como o ano de consagração do time. Era em 2010 que o Corinthians ganharia todos os títulos que disputaria.

Passaram Campeonato Paulista, Libertadores da América e Campeonato Brasileiro. Os títulos não vieram e o ano do Centenário passou em branco.

Depois da eliminação na Libertadores de 2010, Ronaldo, o messias da tal República Popular do Corinthians, pediu calma aos torcedores. “Até setembro, podemos ganhar a Libertadores no ano do Centenário” disse – e que bela solução! O que Ronaldo não considerou, é que o tempo não era o problema do Timão.

Durante todo o ano passado, o Corinthians deu uma aula de incompetência a todos que quisessem ver. Para deixar o assunto mais recente, faço menção apenas à perda do título brasileiro. Desconsiderando as claras entregadas de jogos ao Fluminense (que se pode, sim, considerar vingança), o Corinthians, por incompetência, caiu de candidato a título para classificado para a Pré-Libertadores.

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The Pigeon Detectives: O terceiro vem aí


The Pigeon Detectives

Começou em uma tarde de tédio, “zapeando” os canais. Nada interessante, mesmo com inúmeros canais de TV a cabo. Parei por acidente no Multishow HD, canal musical da grade da NET. Um nome incomum me chamou atenção, The Pigeon Detectives. Que raio de banda coloca um nome desses? Até que é engraçado vai…

A curiosidade foi inevitável. Não peguei o início, voltava do intervalo.

Se o nome (Pigeon Detectives) é interessante, no palco, a banda inglesa é muito mais. A atitude e presença de palco do vocalista Matt Bowman são o cartão de visita da banda. Ele (incansável e incessantemente) pula, roda o microfone pelo fio, corre de um lado para o outro. Essa marca registrada de Bowman é a alma do show, já que empolga até o preguiçoso deitado no sofá. Os outros integrantes, mesmo sem o appeal Rock N’ Roll do vocalista, trazem à banda um estilo consistente e agradável a vários gostos musicais.

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