“What lies beneath”: o carisma da rainha do gelo


Sábado à noite. Uma multidão de coturnos, corsets, roupas pretas e maquiagem pesada marcha em direção ao HSBC Brasil. Do lado de fora, o nome da voz que preencheria a noite: Tarja Turnen.

Tarja Turunen no HSBC Brasil em 12/03/2011

Cheguei às 21h – um eixo de simetria: uma hora para começar o show, uma hora desde que o portão fora aberto. Entre cruzar o portão e chegar à platéia, me deparei com três situações inusitadas. Não havia filas em nenhum dos setores. No corredor, uma “revista” no mínimo prática: “Tem alguma comida ou bebida na sua bolsa? Não? Então pode entrar”. Para coroar, estendi a mão para ser carimbada, e ela voltou limpinha. Ingenuamente, quis recorrer: “moça, o carimbo não saiu”. “É de neon”, ela respondeu (só que eu ainda não decifrei que tipo de neon é esse, porque nem trancada no escuro vi carimbo na minha mão).

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