Vampire Weekend surpreende durante a semana


Durante o ano que minha irmã ficou em Barcelona fazendo intercâmbio, ela adquiriu o saudável hábito de me mostrar diversas bandas que conhecia por lá. Entre tantas dicas, uma chamou a atenção. É bem verdade que no começo achei que era apenas mais uma banda boa e um pouco diferente das centenas que eu costumava ouvir no Stereomood. Músicas alternativas, ritmo envolvente. Algo diferente dos sons trazidos pelas rádios todos os dias.

Na última semana, minha irmã me deu um ingresso para ver essa tal banda: o Vampire Weekend. Como gostei das músicas que tinha ouvido e já tinha perdido o show do Efterklang, um grupo dinamarquês que ela também me chamou pra ver, nada melhor do que aceitar o convite.

Não parecia um mega show. Nada a ver com Black Eyed Peas, Beyoncé, ou esse tipo de artistas que não saem do nosso dia a dia nem que a gente queira, e trouxeram super produções para o Brasil há pouco tempo. A entrada não estava lotada e ainda era possível comprar ingressos na bilheteria. Já eram dez da noite e entrei no Via Funchal. Menos da metade do espaço estava preenchido e após a música “Nosso Sonho” de Claudinho e Buchecha (!) a luz se apagou. Entraram no palco os quatro integrantes: o vocalista e guitarrista Ezra Koenig, o tecladista, guitarrista e vocalista de segunda voz Rostam Batmanglij, o baterista Chris Tomson e o baixista Chris Baio.

Vampire Weekend em ação

Ezra Koenig e Chris Tomson em destaque no show do Vampire Weekend em São Paulo

 

Saiba mais

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: