Arquivos Mensais: julho 2011

“Se o povo soubesse o valor que ele tem, não agüentava desaforo de ninguém”


Peça da mostra de teatro militante discute o abandono sofrido por migrantes e o papel do Estado na garantia de direitos como moradia

A desterritorialização dos migrantes, o direito à moradia, nordestinos e a perda de sua identidade em meio à selva de pedra paulistana. As histórias de vida dos moradores da região do extremo leste de São Paulo unem essas três temáticas no espetáculo “Ser TÃO Ser – Narrativas da Outra Margem”,da companhia teatral de rua Buraco D’Oráculo. Essa é uma das peças exibidas na mostra Militância Teatral na Periferia, que ocorre entre 7 e 31 de Julho no TUSP (Teatro da USP).

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Mais uma vez, Brasil?


Paraguaios comemoram vitória na Copa América (Foto: Ricardo Matsukawa/Terra)

Desde o início da Era Mano, a seleção brasileira não fez nenhum jogo realmente convincente. Chegou, então, à Copa América, o primeiro campeonato disputado desde o vexame na Copa do Mundo de 2010, cercada de dúvidas. Um time cheio de proto-estrelas do futebol, eternas promessas, que pouco mostraram nas horas decisivas.

O drama não deixou a seleção em paz em momento algum. Em um grupo que outrora seria considerado fácil, a estreia com empate por 0 x 0 contra a Venezuela já deu o alerta à torcida brasileira. Ainda na fase de grupos, outro empate por 2 x 2 contra o (agora carrasco) Paraguai, salvo pelo gol de Fred nos últimos minutos.

A essa altura, foram várias as desculpas. A realidade é que foi um time que nunca jogou bem, nunca pode contar com a efetividade de Ganso, Neymar, Pato, Robinho… De nenhum, cada um a seu momento.

Contra o fraco time do Equador era vencer ou vencer. Pior, contra esse tradicionalíssimo adversário, estávamos todos com medo. E como culpar o torcedor?

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A Bolha


Para Meu Copo de Café

Não tivesse morrido em 1956, poderia-se facilmente confundir Bertold Brecht como autor da peça Este Lado Para Cima – Isto Não É Um Espetáculo, da Brava Companhia. A comparação é inevitável e flagrante.

Foto: Divulgação FIT-Rio Preto

O épico conta a história da formação de uma cidade qualquer desde o seu começo, com a desapropriação de ninguém pelo progresso. Aos olhos do público, espalhado pela rua, vão se desenrolando cenas cheias de críticas ácidas à sociedade espetáculo-consumista – e aí o sub-título da peça ganha uma força irônica tremenda.

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Cinema, pipocas e…. tênis?


João Moro

Neste domingo (03/07/2011) a rede Cinemark promoveu interessante iniciativa com o intuito de atingir um público mais específico que os espectadores de filmes, e transmitiu ao vivo e em 3D a final do Torneio de Wimbledon de tênis. A transmissão ocorreu em seis praças por todo o Brasil: São Paulo, Alphaville/Tamboré, Campinas, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília.

O slogan da empresa foi válido neste último domingo

Essa não foi a primeira ação do gênero que os cinemas brasileiros realizaram. O próprio Cinemark transmitiu há algumas semanas a final da Uefa Champions League entre Manchester United e Barcelona, além de dois jogos da Copa do Mundo de 2010 – todos em três dimensões.

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Cartão e universitários: essa conta fecha?


Alessandra Alves
Paulo Fávari

“Quando você usa o cartão de crédito para compras pequenas, você sempre acha que gastou menos do que realmente gastou. É preciso ter um controle de tudo, porque  há coisas que você esquece e apesar de preferir usar o cartão só em casos de emergência, já paguei quantia  mínima e parcelei a fatura. Quando eu não tenho dinheiro e preciso comprar alguma coisa, eu passo no crédito. Porém, atualmente meu cartão está bloqueado por falta de pagamento”. Casos como o de Rafael Almeida, estudante do Senac de 22 anos, não são raros. Os universitários são considerados um grupo de risco entre os usuários de cartões de crédito.

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